Cadela do Yuri

Ola,

Venho aqui por ordem do Yuri contar como virei a cadela dele, já que ele diz não se lembrar tao bem e querer saber pelo meu ponto de vista.

Contar em detalhes como tudo começou, nosso primeiro dia, como me senti, como me sinto, tudo que penso, sem esconder nada.

Cadela do Yuri

Me chamo Stefanie, tenho 22 anos, estudante, não vou ficar de falsa modéstia, sou uma tipica patricinha mesmo, sou uma loirinha quase perfeita “como costumava achar, mas agora o Yuri ja me ensinou o que sou”. Sou uma menina recatada no dia a dia, mas chamo muita atenção, sou loira, olhos verdes, cabelos curtos na altura dos ombros, 1,64, magra de seios pequenos, porem compenso nas pernas bem torneadas e na bunda bem redondinha, não vou ficar de rodeios por aqui, a verdade e que todos sempre me comem com os olhos ao me ver e eu sempre soube disso desde novinha e sempre soube usar isso ao meu favor, não vou ficar me fazendo de freira, apesar de recatada, sempre fui muito safada desde nova, comecei a dar bem cedo, já tive vários caras de todos os tipos, de todas as cores e de todas as idades, porem sempre recatada, nunca gostei de chamar atenção e me portar como uma puta na frente de todos, também nunca gostei de coisas grupais, com mais de uma pessoa, mas entre 4 paredes, comigo sempre quase tudo. Eu sempre fui de sair e nunca fui de namorar muito, poucos namorados e que nunca duravam muito, porem vou iniciar a historia que começou com o fim de um namoro.

Um dia a noite, apos ser literalmente deixada de lado pelo meu namorado sozinha em casa eu resolvi extravasar, já estava puta da vida e estressada com tudo e resolvi sair por ai, estava com tesão, com raiva dele, com raiva de tudo e muita vontade de dar, nesse dia terminei com ele pelo telefone mesmo, ele não deve ter levado muito a serio, mas era. Decidir sair literalmente sozinha, não liguei para nenhuma amiga, peguei apenas um Uber e fui direto para um baile que tinha em uma favela próximo da onde eu morava, eu já tinha ido la algumas vezes, mas sozinha nunca, então fui.

Eu sempre tive dificuldade para me satisfazer na cama, talvez por ter começado nova e por ter ficado com vários caras, o sexo baunilha como agora sei como e chamado, não me dava mais o minimo tesão, e já tinha um tempo que eu tinha descoberto o BDSM e tinha cada vez mais vontade de tentar algo, achar um lugar legal, um cara legal, enfim, essa ideia já estava na minha cabeça, mas nunca imaginei que seria daquela forma.

Ao chegar no baile, não vou mentir, praticamente só tinham favelados, eu não vou negar, só tinha ido la com um objetivo, achar um favelado para me fazer a putinha dele e não seria a primeira vez que eu faria isso, porem naquele momento eu nem poderia imaginar que mudaria totalmente minha vida aquele dia para muito alem do que eu imaginava.

Eu acabei conhecendo umas meninas “faveladas também” e fiquei por la com elas, depois de algumas horas e muitos caras já estarem tarados em mim eu fui ate o banheiro, já tinha bebido bastante, mas nada a ponto de me afetar, estava bem sóbria ainda, ao sair do banheiro eu me afastei bem e decidi desistir e ir embora, ninguém tinha me interessado, meu estresse já tinha passado, como ja estava tudo pago, apenas sai, sem nem me despedir das meninas, no lado de fora fui andando pra me afastar da multidão e pedir um Uber mais a frente e quando já estava mais afastada sinto um tapa bem forte estalando na minha bunda, virei achando que fosse alguma amiga, mas ao olhar vi que era um cara que nunca tinha visto na vida, quando pensei em gritar “OH BABACA”, ele já foi emendando sem me deixar nem falar enquanto já me comia com os olhos.

– Ate que enfim achei a putinha que procurava.

“Putinha” ele me chamou, sem rodeios, bem direto, como se já soubesse a putinha que sou, apesar de tudo, eu me dava ao respeito, não deixava qualquer um sair me chamando de putinha por ai, se tinha uma coisa que eu não era, era facil, mas enquanto pensava na resposta, ele já veio se aproximando e emendou mais uma vez enquanto já segurava na minha cintura.

– Fala pra mim putinha? que a putinha estava só esperando o negão certo aparecer.

“Putinha” de novo, ele disse bem perto de mim dessa vez, não sei porque, mas ouvir isso assim da boca dele daquele , me dava uma certa raiva, deu pra sentir o bafo de cerveja dele, ele não parecia estar muito bêbado, mas claramente não estava sóbrio, não sei se poderia dizer que o achei bonito, mas era um cara bem ajeitado, tipico favelado, de boné “eu odeio boné”, era negro, alto, meio magro. Normalmente eu não daria a minima confiança pra alguém assim, mas era como se ele estivesse lendo meus pensamentos, eu era uma putinha e naquele momento queria muito dar, mas mesmo assim, não poderia ser tão fácil, mas por algum motivo, eu fui branda com ele, talvez pela forma que ele falava, era calmo, direto, tinha uma voz forte, mas não gritava. Então eu apenas afastei a mão dele de mim e empurrei ele de leve pra longe e disse “Calma”. Só depois me dei conta, que dizer calma, praticamente deu liberdade pra ele seguir em frente, estávamos sozinhos na calçada sem ninguém por perto, ele voltou a me segurar pela cintura e me empurrou em direção a um muro e me beijou. Simples assim, depois de tantos anos, eu estava sendo fácil, nunca fui tao fácil assim, não sei ate hoje exatamente qual parte dele, mas ele simplesmente me desmontou, ativou um modo automático em mim, e eu deixei.

Ele me beijava como nunca, parecia um esfomeado, chupava e lambia minha língua e me tratava como uma puta, sua mão já entrava entre minhas pernas, tocava em meu sexo e subia entre minhas nádegas ate se encherem com minha bunda que ele pegava como se fosse dele e eu deixava, depois de um longo beijo ele parou e disse.

– Vamos embora, vem que hoje você e minha puta!

Enquanto dizia isso, ele apenas segurou na minha cintura e com um gesto sutil me conduziu e me apontou pra uma ladeira que tinha ao lado, entendi que devia seguir naquela direção, minhas pernas começaram a andar sozinhas e quando me dei conta já estava seguindo a frente dele enquanto ele segurava firme em minha cintura e ia me guiando, alternando entre apalpadas e pequenos tapas na minha bunda, subimos uns 100 metros, e ele me direcionou por um beco estreito e escuro, segui no modo automático e fui indo, mais a frente chegamos numa escada que ele mandou eu subir, subimos uns 3 lances de escada enquanto ele seguiu firme em minha bunda ate chegar no que deveria ser o quarto andar numa pequena varanda escura, ele passou a frente e abriu a porta com a chave, devia ser umas 3 horas da manha, uma escuridão só. Mas minha boceta molhada não me deixou duvidas, adentrei pela porta com ele naquela escuridão, já sabia que seria a comida dele aquela noite.

Quando entramos ele foi logo acendendo a luz que era bem forte e clareou na hora todo o ambiente, era um lugar pequeno, mais parecia um pequeno galpão, com um salão com sofá e TV, mais ao fundo uma cama de casal, mas não tinha parede dividindo nada, ao lado tinha um tipo de cozinha e estava tudo uma bagunça, foi o que tive tempo de ver, pois ele não perdeu tempo, bateu a porta e foi logo mandando.

-TIRA A ROUPA PUTA, TIRA TUDO!

Eu não me fiz de rogada, joguei a bolsa no sofá e comecei a sensualizar para me despir, mas ele foi bem ríspido.

-E PRA TIRAR A ROUPA PUTA, NÃO PRECISA SE REBOLAR, VAI LOGO!

A forma como ele falava, causava uma mistura de sentimentos, era ríspido, grosso, direto, me tratava como uma puta que ele estivesse pagando pra estar ali, mas mesmo uma puta merecia respeito, mas ele claramente gostava de desrespeitar e por algum motivo eu estava hipnotizada com isso, eu não falava nada já há um bom tempo, apenas fui tirando a roupa toda, eu estava de short jeans, bem apertado e curto, não usava calcinha ou sutien, apenas um maiô preto por baixo do short e um casaco, alem de um sapatinho branco, comecei pelo casaco, sentei no sofá e tirei os sapatos com as meias curtas e depois o shortinho, levantei só com o maiô, olhei pra ele que tinha sentado numa poltrona ao lado da TV, de pernas abertas pude notar o volume crescendo em sua calça e pude reparar melhor nele, era realmente magro e alto, devia ter mais de 1,80, cabelos baixos de maquina agora que tinha tirado o boné e também o casaco, tinha um rosto normal pro tipo dele, não era tao negro quanto eu tinha achado, mas tinha a pele bem escura, em poucos segundos, ele seguiu ríspido.

-PUTA QUE PARIU, VAI LOGO, TIRA ESSA MERDA, QUERO VOCÊ NUA, PELADA, AGORA!

Eu estava tao obediente, ele sentado só mandava, e eu já só obedecia, o maiô era bem justo, era daqueles com botoes, soltei os botoes e fui tirando de cima para baixo, como e bem justo, demorou um pouco ate soltar de vez e cair aos meus pês, com o pé direito, eu levantei o maio do chão e levei ate o sofá e então abaixei o pé ficando nua a frente dele ainda sentado na poltrona. Ele soltou mais um “PUTA QUE PARIU” mas dessa vez daqueles de espanto, o pau dele já pulsava na calça, ele tentou disfarçar, mas eu sabia que tinha um corpo que deixava os homens loucos, eu não estava nos meus melhores dias, ainda tinha uma marca leve de bikini de 1 semana atras, minha pele bem clara estava corada de sol, apenas minha virilha e seios brancos como neve, eu tinha saído as pressas nesse dia, então nem parei para retocar a depilação, ultimamente eu deixava um punhado de pelos aloirados a cima da virilha, estilo triangulo, mas os pelos já cresciam no restante dos lábios e virilha, alem disso não vou negar, eu sabia que estava um pouco a cima do peso, tinha engordado muito nos últimos meses, e já me surgiam ate algumas celulites e estrias que eu não tinha antes e que eu odiava, mas apesar disso, vi bem o quão louco ele ficou ao me ver nua em pêlo.

Depois disso, ele não perdeu mais tempo, veio esfomeado, me jogou no sofá bem aberta e devorou minha boceta, a língua dele e molhada e enorme, percorria em rodeios sem pudores, vindo la de baixo desde o meu cusinho, invadindo minha boceta e massageando gostoso ate o meu clitoris, depois de um bom tempo me saboreando toda, me segurou pelos cabelos e me jogou de joelhos, quando abriu a calça e colocou o pau pra fora, não acreditei como podia ser tao grande e nem estava totalmente duro ainda, e o maior pau da minha vida sem duvida e olha que eu nunca tive essa tara por paus grandes.

Ele mesmo segurou o pau fora da calca como se estivesse pesando com a mao, ameacei segurar mas ele me advertiu, mandou eu por as duas mãos pra trás, obedeci na hora, então ele pegou o pau e começou a esfregar ele na minha cara, no meu rosto inteiro, me dando leves batidas com o pau que depois ficaram mais fortes ate virar uma surra de pau na minha cara, eu adorei, permaneci ajoelhada com as mãos pra trás, sentindo aquele cheiro forte do pau dele que já me enlouquecia, ate ele segurar bem o pau e levantar bem alto e mandar.

– PUTA COMEÇA PELO SACO!

Na hora eu abocanhei e engoli o saco dele inteiro que também era enorme e não coube, então comecei a lamber e chupar cada bola esfomeada, ele segurava firme o pau a cima de mim me dando apenas as bolas pra chupar, assim fiquei por uns 5 minutos ate ele me segurar pelos cabelos pra trás e me deu o pau para chupar, abocanhei na hora e quase não coube em minha boca, a cabeça já estava tao dura que era enorme, roxa como um jambo, ao sentir ela em minha linguá, senti um arrepio pelo corpo e segui a chupar e lamber ainda com as mãos para trás, nunca tinha chupado alguém antes com tanta vontade, sem me dar conta, quase levei as mãos para segurar aquele pausão enquanto chupava, mas logo me dei conta e apoiei as mãos a frente dos joelhos e continuei a chupar, chupar e chupar, parei por um instante para recuperar o folego, mas logo voltei, voltei a dar atenção a suas bolas já salgadas de suor, minha baba lambuzava ele inteiro, percorri sem pudor sua virilha lambendo tudo sem nojo, sentia a rigidez dos pelos cortados baixinhos no entorno do pau e continuava lambendo, nunca tinha feito isso com tanta vontade antes, mas quando pensei em voltar a abocanhar o pau, senti novamente sua mão forte em meus cabelos me puxando e jogando inteiramente aberta no sofá, ele sem perder tempo veio pra cima, apontou o pai em minha boceta e se esfregou nela, pude sentir a cabeça roçar diretamente meu grelo, mas então ele parou, segurou novamente em meus cabelos e foi me puxando e eu a segui-lo, demos a volta no sofá, então me jogou sobre a cama, caio de costas e trato logo de abrir novamente as pernas oferecendo minha boceta a ele, estou louca de tesão, ele vai ate uma mesinha ao lado da cama e numa gaveta saca uma camisinha, que ele enfia contrariado naquele pau enorme e rígido, a luz e forte e clara, vejo tudo claramente e ele também vê, ele volta os olhos a mim, estou na mesma posição, totalmente aberta e entregue a ele, penso comigo que ele deve estar notando minhas imperfeiçoes, minhas estrias na bunda e na cintura, mas não ligo e ele também parece que não, vem ate mim e aponta aquele pausão na boceta, esta tao molhada, mas ainda assim não entra fácil de tão grosso que é o seu pau, ele força a entrada e começa a me invadir assim, se ajeita bem em cima de mim e me invade inteira, com a mão esquerda, me segura bem pelos cabelos, ele e bem mais alto que eu, suas mãos me alcançam onde ele quiser, com a direita ele começa a bater e me dar tapas na cara, isso me assusta, paro de gemer, mas ele não para de meter, segue me chamando de puta baixinho enquanto também urra de tesão, a mão esquerda não larga meus cabelos, mas a direita agora segue para segurar firme em minha cintura enquanto ele mete ainda mais forte, então para repentinamente, tira todo o pau de mim e desce com a linha diretamente ate minha boceta e começa a me lamber novamente, volto a gemer, louca de tesão, ele se lambuza em minha boceta que já escorre de tesão, mas não demora muito, logo vem subindo, lambe meu umbigo e continua subindo ate meus seios pequenos, engole um de cada vez enquanto segura minhas mãos la em cima e pra minha surpresa enquanto mantem meus braços esticados vem subindo ate minha axila e também lambe, lambe com vontade, volta a engolir meu seios esquerdo, depois volta a lamber minha axila longamente, ate subir diretamente e me beijar novamente na boca, não foi bem um beijo, ele sugou minha boca como se quisesse me devorar, sugou minha língua, enfiava sua língua na minha, e eu adorei e retribui colocando toda minha língua a disposição dele que enquanto isso já apontava o pau e encontrava minha boceta novamente, seu pau me invadiu e ele me segurou firme girando na cama e me deixando por cima dele, me apoiei nos joelhos pq não cabia todo aquele pau em mim, fiz o que pude e comecei a cavalgar nele enquanto os beijos continuaram, mas não durou muito, ele logo me agarrou pelos cabelos e me fez levantar me jogando agora de 4 na cama.

Nessa hora, me bateu um certo receio, pq eu sabia muito bem que não aguentaria aquele pau no meu cusinho, ate pq eu nunca fui muito fã de anal e a tempos não fazia, e com certeza nunca tinha dado pra um cara com um pau daqueles.

Mas felizmente ele focou novamente em minha boceta, mas dessa vez montou em mim e socou mais forte ainda, ai foi eu que não aguentei e gozei muito e longamente gritando como uma gata no cio, ele não parava de meter e o meu êxtase também não terminava nunca, eu nunca tinha tido um orgasmo tao longo assim, literalmente virei o olhinho pra ele, mas ele continuou metendo me deixando desfalecida na cama ate arrancar o pau inteiro de mim. Eu cai de lado e nunca tinha sentido minha boceta tao molhada, achei ate que ele tinha gozado, mas quando olhei, ele estava tirando a camisinha vazia ainda.

-Vamos vadia, levanta!

Ele disse, enquanto segurava e bombeava o pau já sem a camisinha, eu não sabia explicar, mas ainda estava morrendo de tesão, cai de joelhos novamente aos pes dele sabendo o que faria e eu estava louca por isso. Ele foi bombeando o pau e enfiou as bolas suadas novamente em minha boca, voltei a chupar e sentia elas pulsando pra mim, dessa vez eu dei um jeito de engolir todo o saco e lamber tudo enquanto ele bombava o pau a cima do meu rosto e eu podia ver tudo.

-Continua chupando!

Ele disse isso e eu continuei chupando o saco inteiro dele e olhando seu pau em cima de mim e foi então que me surpreendi, ele levou a mao esquerda a frente da cabeça e começou a gemer, o pau era tão grande que ia alem da minha testa, logo depois ele tirou as bolas de minha boca e veio com a mão em minha direção, então puder ver, toda a porra que tinha depositado nela a minha frente sendo claramente oferecida a mim. Eu olhei aquilo incrédula sabendo exatamente o que ele queria, mas sem saber o que fazer, a mão estava cheia com sua porra.

-Vamos cadela!

Ao ouvir isso eu simplesmente cai de boca e comecei a lamber toda a porra da sua mão e mesmo depois de não ter mais nada continuei lambendo para garantir que tinha lambido tudo.

-Boa garota! Agora pega tuas coisas e pode ir..

Olhei pra ele sem entender nada e continuei em silencio, na verdade, ate aqui, eu tinha dito poucas palavras…

-Vamos puta, pega as coisas e pode ir, vai logo..

Eu ainda de joelhos na frente dele, me senti literalmente uma puta, nunca tinha me sentido assim, me senti um nada, senti lagrimas quase escorrerem pelos olhos, mas engoli o choro, levantei e fui ate o sofá pegar minhas roupas, ele seguiu ate a lateral onde tinha algum tipo de cozinha e começou a preparar algo totalmente indiferente a mim, eu estava imunda, suada, gozada, fui ate ele com as roupas nas mãos ainda nua.

– Posso tomar ao menos um banho?

-NÃO! PEGA TUAS COISAS E JÁ PODE IR!

Tive que me vestir naquele estado, já eram umas 6 horas, já estava amanhecendo o dia, saio pela porta e quando pego o celular na bolsa para pedir um UBER, o telefone esta desligado, tenho ainda que voltar novamente e pedir ao menos para carregar um pouco o telefone.

-Posso ao menos carregar o celular? Estou sem carro, preciso pedir um Uber para ir embora..

Ele ainda pelado da cozinha, apenas me olha como quem achou que eu já tinha ido e da um sorriso estranho, vai ate a calca e pega uma nota de 20 na carteira, vem ate mim com o pau já mole e balançando e enfia a nota no bolso do meu short.

-Desce a ladeira e procura o Juninho la embaixo no moto táxi, ele vai ti levar onde quiser, agora vai!

Me deu um ultimo tapa bem no meio da bunda me indicando a direção da saída, desci as escadas e sai pelo beco, com um mixto de sensações, apesar de saciada, me sentia um lixo, imunda, mas ainda sentia a boceta escorrendo de tesão e isso me enchia de raiva, ainda tive que descer a ladeira e ir ate o moto táxi, quando procurei pelo tal Juninho era como se ele já me esperasse, provavelmente deve ter sido avisado por mensagem que eu viria, todos me olhavam como se soubessem que fui a puta daquele cara que eu nem sabia o nome, imaginava que ele já estava espalhando pra todo mundo o que fizemos, o tal Juninho apenas me indicou um dos motoboys e apesar dos olhares, não ouvi nenhuma gracinha, apenas passei um local próximo do meu prédio pra ele me deixar, quando fui pagar, descobri que estava ainda sem dinheiro, só com cartão, tive que pegar os 20 reais no short, mas quando fui dar a ele, disse que nao precisava, que já estava pago e foi embora.

Segui pra casa, ainda sem saber se estava arrependida ou realizada por aquela noite, me sentia humilhada, mas ainda não fazia ideia de que era só o inicio e que ainda me humilharia muito mais aos pês daquele homem.