Gang Bang no Baile Funk: Sou uma menina normal, universitaria, classe media, patricinha, 20 anos, baixinha, bundudinha e passo discreta no dia a dia.

Trabalho com eventos, dessas meninas que ficam nos stands de shortinho ou de legging e voces ficam tarados ollhando. Mais uma vez, sou uma menina normal, e acho que é isso que deixa os caras mais tarados.

Gang Bang no Baile Funk

Mas hoje vou falar sobre uma tara minha. De um tempo pra ca, eu ando tarada, viciada e descontrolada em Gang Bang.

1 vez por semana, tenho frequentado bailes funks, rodas de samba e ate em casa de swing já fui. Sexo normal com namoradinhos nao apagam mais o meu fogo.

Eu gosto, eu quero, 2, 3 caras de uma vez. Me sentir a piranha da galera no meio dos caras. Ser o centro das atençoes. ter uma rodinha de rola na minha cara.

Tenho frequentado sempre um baile funk aqui no RJ, e ja tenho um contatinho por la, que quando vou ao baile, combino dele arrumar uns amigos pra uma festa pos funk.

Mais do que isso, a regra é: Eu quero negros.

Sou branquinha, loira, patricinha classe media, e esse clima de ser a “patricinha fogosa” querendo rola na favela me deixa maluca.

Os caras me enxergam, me pegam de uma maneira completamente diferente. Um tesao maior no ar. Eu sinto um tesao diferente pelo proibido, pelo choque social.

A patricinha loirinha num quartinho com 3 negros me comendo todinha. Eu realmente viciei nisso. Eu nao consigo mais parar de chupar uma rola preta.

NEGROS. Caras de classes sociais inferiores, que me fodem de uma maneira muito mais sacana e diferente que qualquer namoradinho playboy. É a diferença que da o charme. Sou tudo o que esses pobres coitados sempre sonharam. É a chance da vida deles de fuder uma patricinha loirinha banhada em perfume francês.

E eu adoro ser uma vadia de negros! Ser dominada e completamente fodida. Eu levo na bunda de um preto.

Patricinha, branquinha, loirinha, de 4 pra um preto. Levando na bunda na saida de um baile funk. O choque que isso causa na sociedade é o que alimenta o meu tesão.

Ontem, eu pequei. Ontem, eu voltei a ir num baile curtir, beber, dançar e caçar uma ou mais rolas que me fudessem todinha. Ontem, encontrei um peguete de sempre que me come e me passa pros amigos.

Ele me passa pros amigos. Sou passada de mão em mão.

Ontem, mais uma vez fui ao baile dançar e rebolar provocando todos os machos que tivessem a minha volta. Vestidinho colado, maozinha no joelho, levando encoxadas de qualquer safado que parasse atras de mim pra roçar na minha bunda.

Bebada, descabelada, tarada e feliz, a cada encoxada que eu levava, a cada piroca dura que eu sentia roçando na minha bunda, só aumentava mais e mais o meu tesao. Meu peguete sabe, e me deixa curtir, me trata como rainha, manda um motoboy me pegar no pé do morro, me recebe com todo prestigio na area vip do baile funk. Me banca todas as bebidas pra me deixar bebinha e dengosa. Porque depois, ele sabe que a festa vai começar.

Eu faço gang bang. Já virou uma rotina a tal ponto de nao me chocar. Banalizou.

Dano e rebolo no baile, ate estar no ponto certo de taradadice pra ser levada pra salinha vip da diretoria. E lá.. lá a surra de vara acontece. Uma patricinha filhinha de papai, bebada na mao de 3 ou 4 negros, o cheiro de sexo no ar, as risadnhas de deboche, a farra se instala.

Ontem, foram três. Três negros favelados de cacete gostoso me penetrando de todas as formas, pisiçoes e buracos.

Eu mamei, mamei muita rola. cavalguei sentando na vara com a minha bucetinha de nenem. E como sempre, terminei de 4, sendo montada por uma fila de negros. MONTADA. Patricinha branquinha de 4 sendo MONTADA.

É pra matar o meu pai de orgulho com uma cena dessas.

Eu ali de 4, no meio da favela, no meio de um baile funk, o som alto do funk rolando do lado de fora da sala, a fumaça de maconha no ar, risadas de deboche farra e sexo. Uma patricinha teenzinha toda gostosinha de 4, DE QUATRO, pra um bando de negros.

Fui enrabada por três pretos, e eu gosto!

Passada de mão em mão, rodando na pica dos caras. Dois deles eu sequer conhecia, fui apresentada ali na hora, mas e dai? Nem olhei pros seus rosto, so quero rola, muita rola.

Papai tirou a sorte grande. Filhinha loirinha bunduda que gosta de ser montada por preto de pau grande.

Nao, leitores. Nao eram vocês! Nao me entediem mandando emails dizendo que querem me conhecer. Eu caguei pra vocês. E nem precisam gostar do que eu escrevo. Depois de 3 pretos caralhudos me fudendo a noite toda ontem, eu simplesmente nao dou a minima pro que voces pensam.

Ontem eu fui ao paraiso mesmo estando na posiçao e situaçao mais inferior do mundo. De 4 pra um preto. Sentindo todo peso nas minhas costas e trancos nos meus quadris, eu aguentei um de pois do outro, empurrando cacetes grosses no meio do meu cu!

Sou patricinha delicadinha, ali de 4, com uma trolha enorme no cuznho. E eles riam da minha cara. Me xingavam, me zoavam, me humilhavam e me enrabavam. Enrabavam muito, um depois do outros, numa fila de negros de pau na mao esperando pra montar na patricinha dondoquinha.

So consigo sossegar depois de ser dominada e completamente estraçalhada por 2, 3 ou ate 4 negros de uma vez. É isso q me alimenta, é isso que me consome.

Quem me vê andando de narizinho em pé na rua, nao sabe que eu apanho de pau na cara quietinha e obediente. Eu ajoelho pra um negro pra chupar o pau do meu macho dominador. Eu levo gozada na cara!

Fico totalmente submissa com uma rola na minha cara. Obedeço, aceito e aguento tudo que esses filhos da puta tarados fazem comigo. Patricinha meiguinha entrando na vara. Aguentando pirocada de preto.

Deitadinha de barriga pra cima, com um macaco deitado por cima de mim. Eu sumo, desapareço, so meus cabelos espalhados no chao que podem ser vistos. Minhas perninhas levantadas no ar, e piroca na minha bucetinha. Muita piroca na minha bucetinha. sumida em baixo de um preto, levando pirocada com força, com gosto.

“Nao gosta de preto dodoquinha? entao aguenta!’

E eu aguento. Aguento na xana e na bunda. NA BUNDA. Meu peguete me oferecendo pros caras. Me virando e apertando a minha bunda, falando com o amigo: “Ja boto no rabo de uma patricinha?” e os caras rindo.

Um tapa na bunda me mandando empinar. E EU EMPINEI.

Um, dois, tres pretos caralhudos botando no meu rabo. A patricinha marrenta cheia de pose na rua, ali de 4 empinando o rabo pra aguentar um cacete na bunda.

“Toma no cu, patricinha, toma no cu patricinha, toma no cu”

Eu tomei no cu, mas tomei no cu tão gostoso, que nao me importo mais com a opiniao do mundo.