Bem, hoje é noite de domingo. Dia dos pais. Nunca mais vou esquecer essa data. Estou aqui na cama, sentadinha e escrevendo. Escrevendo o que eu fiz hoje de manhã com o papai. Eu já tinha dito para mim mesma que não faria mais sexo com ele por ele viver com outra mulher. A minha maior inimi-ga. Mas eu estou muito feliz por ter trepado com ele na casa dela. Na cama dela. É para ela ficar sabendo que homem é tudo igual.

Me Dei de Presente para o meu Pai

Bem aqui do meu lado está a Wal, a minha amiga que dorme aqui em casa comigo. Essa garota é uma figura. Dia desses vou arranjar um dos meus contatos para dar umas “pombadas” bem gostosas nela. Talvez ela me esqueça.

Bem vamos começar. No sábado de manhã fui comprar um perfume bem gostoso para o papai e um creme para o corpo que ele gosta. E caro. Quase duzentos reais. E comprei um mais barato para dar de presente para a Wal cujo mesmo ela daria para o pai dela. Papai saiu de casa e foi morar com a namo-rada na casa dela já que eu e ela não nos entendemos. Ele vem todos os dias para trabalhar na nossa panificadora. Eu fiquei na nossa casa que fica na parte de cima da panificadora. E quando o marido da Wal viaja, ela vem dormir comigo. No sábado à noite eu liguei para o papai e disse que no domingo iria levar o presente dele. Ao que ele me respondeu:

– Vem, filhota. Ela vai passar o dia com os pais dela. Aí você vem de manhã e à tarde eu vou visitar meu pai também.

Fiquei radiante. Estava à mil. Imediatamente me veio aquele tesão que estava adormecido. Nun-ca mais eu tinha sentido vontade de dar para o papai. Mas naquele momento fiquei pensando no quan-to ele tinha um pau gostoso e duro. Não custava nada tentar seduzi-lo e meter um chifre na safada que havia tirado meu pai de mim. Eu odiava aquela sujeita. Por que será que nem uma carreta carregada de cimento passava por cima daquela imunda?

No domingo de manhã eu acordei cedo, tome um banho gostoso e demorado. Passei creme no meu corpinho todo. Fiquei deliciosamente de pele macia e cheirosa como sempre. Lembrando que na noite passada, antes de dormir, eu depilara minha buceta e as axilas. Só não depilei o cuzinho. Mas isso não tem nenhum problema porque é bem pouco pelo.

Agora no domingo vesti uma calcinha vermelha bem minúscula e não quis sutiã. Gosto de sentir os biquinhos dos meus peitinhos roçando na blusa. Vesti uma sainha rodada, mas curta e uma blusinha folgada e curtinha que deixa o meu umbiguinho à mostra. Adoro. Depois do café peguei a sacola com os presentes e fui ao encontro do meu pai. Eu sei que ele acorda cedo e aquele horário ele já estaria de pé com certeza. Eu só não queria ter o desprazer de encontrar com a namorada dele.

Lá chegando bati na porta e ele veio me atender. Estava de banho tomado como eu previra. Sem camisa. Fiquei louquinha de tesão. Fazia tempo que eu não o via assim tão bonito. Passei a mão lenta-mente pelo peito dele e fui descendo pela barriga… e descendo… e descendo… Ele segurou minha mão e nos abraçamos. Era um abraço forte, gostoso… me pendurei no pescoço dele e disse: “Pai, o senhor tá tão gostoso…” Naquele momento fui beijando o pescoço dele, e depois fui beijando o peito. Como ele nada fez para me impedir, tratei de chupar bem no mamilo dele que logo ficou durinho na minha boca. Eu olhei pra ele e confessei: “Estou um pouco nervosa… sente só meu coração…”

Botei a mão dele por debaixo da minha blusa e ele segurou meu peito macio. Observei que ele já estava de pica dura pois ele usava aquele short tipo de praia, colorido e de tecido fino. O volume estava bem grande e ele não se preocupou em esconder. Ele estava a fim. Ele não tinha me esquecido. Vendo que o clima estava favorável, me agarrei com ele novamente e dessa vez fui mais longe. Dei-lhe um demorado beijo de língua. Sabe aqueles beijos molhados? Pois foi exatamente desses. Eu estava com essa vontade havia meses. Ele correspondeu ao beijo com a mesma ânsia que eu. E suas mãos amassa-vam meu corpo… minha bundinha… e eu sentia a pica dura cutucando minha bucetinha e eu remexia os quadris durante o beijo como se estivesse dançando. Estávamos loucos de tesão. Então eu perguntei num sussurro: “O senhor me quer?” Ele ainda vacilou: “Não sei, Vic… é melhor a gente parar eu…” Tapei a boca dele com a mão. “Me leva pro seu quarto. O senhor está louco para me foder. Eu sou mulher, sou gostosa. Estamos só nós dois.”- Nesse momento eu segurei na pica dele por cima do short e fiquei apertando com força.- “Vamos matar nossa vontade. Eu sou toda sua e o senhor é todo meu. Eu trouxe o presente. Mas eu quero usar ele primeiro com o senhor. Depois o senhor pode usar ele com quem quiser.”

A resposta dele veio em forma de mais um beijo de língua molhado e demorado. O tipo de beijo que eu gosto. Principalmente com meu pai. Como nunca acontecera antes, ele me pegou nos braços e me carregou como faz um recém-casado levando a mulher para o quarto. Lá chegando ele me jogou na cama de casal e caiu sobre mim com beijos e abraços e amassos. Então eu me virei pra ficar em cima dele e rapidamente fui tirando o short dele juntamente com a cueca. Uau! A pica estava lindamente dura. Em pé! Peguei a sacola com o presente dele. Eu mesma abri o perfume espirrei em cada uma das minhas mãos e comecei a acariciar o corpo musculoso dele deixando cada centímetro com o cheiro da-quele perfume gostoso que ele adorava. A pica dele estava bem depilada. Tudo lisinho. Peguei o pote do creme que trouxera junto com o perfume, peguei um pouco e fui espalhando pelo corpo dele. Nun-ca tinha visto-o antes assim tão gostoso. Ele também estava muito diferente. Tratou de tirar minha blu-sa. Vi o quanto ele olhou com volúpia para os meus peitinhos. Daí ele tirou minha saia e aos pouquinhos foi tirando minha calcinha. Agora não falávamos nada um para o outro. Há horas em que palavras atrapa-lham. Estávamos apenas, digamos, nervosos pelo tesão que tomava conta dos nossos corpos. Pela pri-meira vez eu sentia-me desejada pelo meu pai. Ele me olhava diferente. Estava agindo como um ho-mem de verdade faz com uma mulher na cama.

Naquele momento sem palavras ele arreganhou minhas pernas e senti sua boca fervendo na mi-nha buceta. Eu dei um gritinho de tesão. Era primeira vez que fazia oral comigo. E que boca! A língua dele subia e descia pela minha racha… entrava no buraco da minha buceta e fazia círculos me deixando completamente louca de tesão. Mas eu fui à loucura de verdade quando ele começou a fazer círculos com língua em volta do meu grelo duro, inchado. Não me contive e gritei loucamente: “¡Ay, Dios mío! … ay, padre … el señor chupa tan sabroso …” E o melhor veio quando ele chupou meu grelo com tanta força que os meu quadris subiram junto e eu senti todo o meu corpo ser possuído por uma onda mara-vilhosa de gozo. Tudo aquilo era o que eu mais havia desejado: ser chupada pelo meu pai e gozar na boca dele.

Meu gozo na boca daquele macho gostoso foi tão intenso que quase eu mijo junto também. Acho que em toda a minha vida eu nunca tinha gozado com tamanha intensidade na boca de um homem. Depois ele me surpreendeu mais uma vez. Como eu continuava deitada na cama, ele veio por cima de mim e me beijando o corpo todo chegou aos meus peitinhos e começou a mamá-los alternadamente. Era como se fosse a minha primeira vez com ele. Ele nunca tinha feito tão gostoso antes. Eu era obrigada a admitir que aquela mulher estava fazendo muito bem para mim. Achei que era melhor ele continuar com ela. Ele mamou muito demoradamente nos meus peitos que fazia eu prender a respiração. Se ele demorasse mais um pouco mamando eu ia gozar.

Depois ele me virou e me pôs de quatro. Arrebitei bem a bunda. Ele passou o dedo no meu cu e só então ele observou: “Oh, filhota… seu cuzinho continua lindo! E tem pelinhos… do jeito que eu gos-to” Antes que eu falasse qualquer coisa senti a boca dele no meu cu. Não contive mais gritinhos safadi-nhos de prazer. A língua dele sempre em círculos salivava o meu cuzinho. Senti ela entrando macia no meu cu. Ele mordia minha bunda com força como nunca fizera antes. Agora ele estava brincando com meu cu. Metia o dedo. Metia todo e depois tirava. Depois eu senti ele cuspir no meu cu. Logo em segui-da ele abriu meu cuzinho metendo dois dedos. Como eu estava com a cabeça junto ao travesseiro, eu mordia a fronha e meus gemidinhos sacanas saíam abafados. Ele continuou nessa sacanagem por alguns minutos e, depois, sem pedir licença senti ele segura-me pelas ancas. Como meu cuzinho já estava aberto senti o pau duro e grosso abrindo passagem e mergulhando devagar nas minhas entranhas anais. Agora eu mordia o travesseiro com vontade e urrava sentindo-me alargada por aquela tora impiedosa.

Eu não conseguia parar de gritar com ele metendo com força de verdade agora que a pica enorme estava toda dentro do meu cu. E quanto mais eu gritava de tesão e dor, mais ele estocava com força. Eu me segurava agora na cabeceira da cama para aguentar as estocadas potentes. Oras ele parava para pegar e amassar meus peitinhos ou para acariciar minhas costas macias e depois voltava a meter nova-mente. Para ajudar eu rebolava os quadris para os lados e vinha de ré para a minha bunda bater na viri-lha dele quando fosse metendo. E nesse vai e vem louco eu gritei gozando enquanto tomava no cu. E ele continuou fodendo gostoso até que anunciou seu magnífico gozo. E não demorou muito para ele derramar aquele montão de esperma que brotava do pau dele lá bem no fundo do meu cuzinho. Dava pra sentir as jorradas mornas. E o mais excitante e delicioso para mim era ouvir os gritos de prazer di-zendo que estava gozando dentro daquele cuzinho delicioso e apertadinho.

Quando ele tirou o pauzão de dentro do meu cu, me virei e disse: -“Poxa, pai… o senhor tá tão gostoso”. Sem perder tempo, peguei o pau e, como estava limpinho, não hesitei e meti-o na boca. Ele gemeu gostoso e eu comecei a mamar devagar… sem forçar a barra afinal ele tinha terminado de gozar. Tratei de chupar carinhosamente sem deixar triscar meus dentes na pica. E fui devagar. Ia metendo na boca devagarinho até a cabeça encontrar minha garganta. Os gemidos do meu pai me faziam tão bem. Faziam eu me sentir mais mulher; faziam eu me sentir mais tarada e fogosa como uma deusa do sexo. Me faziam eu me sentir sedutora. Manipulei com todo o carinho aquela bolas pequenas e duras. Eu sabia que ele estava ficando louco de tesão. Eu queria fazer ele sentir mais e mais desejos por mim. Acariciava as coxas dele, a barriga… brincava com os mamilos durinhos… azunhava ele lentamente. Vi-nha azunhando lá do peito até à pica. Me lembrei que aprendi muito a mamar numa pica vendo o traba-lho da Mia Khalifa. Minha ídola. Amo aquela mulher. Mas nesse momento delicioso e único, eu era mui-to melhor do que ela. O pau dele ficou gostosamente duro. As veias novamente inchadas. Ai, meu Deus, que delícia! – “Padre … tu pica … está todo delicioso…” Mas ele gemia tanto que nem entendeu o que eu sussurrei olhando para ele da maneira mais sedutora que eu conseguia. Muitas vezes ele me pedia para falar em português pois nunca aprendera o espanhol.

Quando senti que ele estava pronto, comecei a chupar com força mesmo e a maltratar do jeito que eu gosto. Deixava meus dentes triscarem com força na pica dele fazendo-o gemer mais alto e a gritar.- “Usted tendrá que aguantar a su hijo”, sussurrei com aquela cara de raiva. A falsa raiva. Eu gosto de judiar com um macho. E pela primeira vez ouvi ele dizer, entre gemidos: -“Ai, filhota… você está tão safadinha… tão… putinha… aaaaaaahhhhh…”

Agora eu mordia a pica e chupava ao mesmo tempo. Apertava com força. Azunhava com força até que ele tomou a atitude que eu queria. Tirou a pica da minha boca, me puxou pelo cabelo, me deitou na cama com força, arreganhou minhas pernas e meteu aquela pica dura e gostosa com força de uma vez na minha buceta. Eu dei um grito e me agarrei com ele e comecei a dar uma gargalhada sonora mistura-da com dor e tesão. Ai, que macho. Aquela vagabunda até que estava fazendo bem para ele. Eu gritava para ele me foder gostoso. Eu estava azunhando ele de verdade. Eu estava enlouquecida com aquela pica entrando e saindo num frenesí louco. Ele metia com tanta força que fazia a cama ranger. E logo em seguida eu gozei gritando como uma puta safada. Foi o gozo mais maravilhoso que eu já tivera. Não pu-de me conter e enquanto gozava fui às lágrimas e mijei junto.

E ele foi metendo e gemendo como um louco. Dizia o tempo todo que aminha bucetinha era a mais gostosa de todas. Dizia que eu estava mais apertadinha. Dizia que meus gemidos estavam deixan-do-o louco. Ele beijava meu pescoço, mordia minha orelha, metia língua quente no meu ouvido. Eu es-tava ficando louca!

Depois ele saiu de cima de mim e com a pegada de macho de verdade e que toda mulher adora, me pegou pelo meio e de qualquer jeito me botou de quatro, empurrou minha cabeça para baixo para que ficasse rente ao colchão da cama. Senti ele dar umas palmadas tão fortes na minha bunda que eu gritei. Depois senti mais uma vez ele chupando meu cuzinho e logo em seguida ele começou a meter o dedo várias vezes seguidas. Foi uma sensação maravilhosa e eu não conseguia conter os gritos de pra-zer. Depois ele entrou com tudo na minha buceta novamente! Senti o pauzão duro bater no meu útero. Eu urrava, gritava… doía e ao mesmo dava um prazer fenomenal no meu corpo. E ele bombava com muita força como se quisesse entrar no meu corpo. Eu me sentia totalmente revirada por dentro. Ele nem falou nada quando senti ele socando em mim com muito mais força e logo em seguida seu gritos de gozo como eu nunca tinha ouvido antes. Eu me sentia naquele momento como a mulher mais dese-jada do mundo. Eu estava fazendo amor, trepando, seja lá o que for com um macho que me desejava, me queria como nunca quisera ninguém.

Caímos os dois juntos, lado a lado, ofegantes. Meu corpo estava numa sensação de alívio. Eu ria e ao mesmo tempo chorava… era uma sensação maravilhosa. Era como se eu tivesse descoberto o prazer pela primeira vez. Na verdade era como se fosse a minha primeira vez. Eu estava totalmente, comple-tamente realizada como mulher.

Eu fiquei passando a mão naquele corpo suado. Traçava com o dedo indicador um caminho lento até o umbigo dele e fui descendo, ou melhor, indo até aquele instrumento que me deu tanto prazer. Segurei. Estava meio amolecido. Nem mole nem duro. Vi nele quase sangrando marcas das minhas unhas… subi no meu pai e dei-lhe um longo beijo de língua. Agora ele estava me acarinhando. Não era mais selvagem.

– O que aconteceu com você? – ele perguntou fazendo um carinho no meu rosto. – Você tá uma mulher maravilhosa. Nunca antes te vi assim, Vic.

Eu sorri. Eu era a mesma menina cheia de tesão por ele. Eu tinha uma mulher gigante dentro de um corpo franzino. Cheia de amor pra dar.

– Pai, eu sou a mesma. O senhor é que tá diferente. Pai, eu amo o senhor como homem. O senhor me fez hoje a mulher mais feliz do mundo!

Nos beijamos deliciosamente. Dali fomos tomar banho. Tivemos mais brincadeirinhas safadas no chuveiro tipo ele me deu uma deliciosa chupada na buceta que eu delirei. Eu fiquei de pé, de pernas abertas, e ele veio por baixo e ficou chupando. Nossa. Gozei loucamente. Depois quando voltamos para a cama, eu cavalguei naquela pica gostosa. Mas o conto de fadas acabou. De repente o que para mim tinha se passado apenas um minuto ou menos, já passavam de meio-dia e ele me arrancou de cima do pau dele.

– Ah, não, pai… tava tão gostoso… deixa, vai… vamos gozar de novo… eu e o senhor… juntos…

Mas ele já estava pegando minhas roupas. Ele mesmo vestiu a calcinha em mim, botou minha saia e minha blusa. Se vestiu apressadamente.

– Vai, filha, vai embora… ela tá pra chegar. Eu não quero briga entre vocês.

– Pai, deixa eu mamar no seu pau… o senhor não gozou na minha boca. Eu sei que o senhor quer isso tanto quanto eu…

Mas ele já estava me levando para fora de casa. Gentilmente, claro. Lá fora ele me beijou rápido nos lábios. “Esse foi o melhor presente que eu já tive”, ele confessou. “Vai, Vic. Eu vou trocar os lençóis da cama.

Saí dali tão feliz naquele domingo dos pais que o mundo estava mais claro, mais colorido. Eu tinha vontade de cantar na chuva que nem o cara do filme. Eu tinha vontade de parar cada pessoa na rua e dizer: EU SOU UMA GAROTA FELIZ. OLHA QUE TARDE LINDA! Mas eu não estava em um filme.

Quando cheguei em casa que a Wal abriu a porta, eu abri um sorriso, dei uns pulinhos de alegria, abri os braços e quase gritei:

“Amiga, eu te amoooooo!”

Pulei nela sem pensar e como ela não estava esperando aquela reação caímos as duas no chão. Eu beijava o rosto dela todo. Até que ela me fez parar. Me tirou de cima dela e me olhando tipo meio ame-drontada, resmungou: “Para, sua tonta. Você bebeu?” Eu dei uma gargalhada sonora que ecoou pela casa. Ela me olhava assustada ainda sentada no chão. Eu estava fora de mim. Eu me sentia como se eu própria estivesse me vendo transbordar de felicidade. Era uma sensação maravilhosa.

Eu me abracei com ela novamente. Fiquei ali por algum tempo. Eu não tinha noção do tempo. Eu sentia ela sussurrando no meu ouvido: “Você tá bem? Vic, você tá bem?” Eu olhei pra ela, meu rosto quase colado no dela. Dava para eu ouvir o som da respiração dela. Perguntei: “Por que você me quer tanto? Sabe que não posso ser sua.”

“Eu não quero falar sobre isso, Vitoria. Eu fiz a comida que você gosta.”

Fomos almoçar. Ela me olhava meio assustada o tempo todo.

A Wal foi visitar o pai levando o bebê. Eu fiquei em casa sozinha e aproveitei aquela folga para dormir um pouco. A tarde inteira. Acordei com a Wal me ligando. Ela preparou uma sopa de legumes para mim. Depois nos arrumamos e fomos passear lá no centro da cidade, na praça. O ruim para ela é que o meu namorado foi me encontrar lá. Só não brigamos eu e ele porque eu estava felicíssima com o que tinha acontecido. Ele achou a Wal muito bonita. Se fosse num outro dia eu tinha mandado ele à merda.