Olá, sou um leitor da página tem um tempo. No entanto é a primeira vez que vou relatar um ocorrido aqui no site, este é um conto real. Primeiramente, eu escrevo pelo celular e tentarei manter com poucos erros de português. Segundamente, não sei se postarei com frequência, mas vou tentar, contudo não serão só histórias reais, algumas vezes serão fantasias criadas, mas eu vou indicar no começo dos contos.

Sem mais delongas, meu nome é Gabriel, atualmente tenho 21 anos, este conto aconteceu quando eu tinha 18 anos. Moreno, tenho 178cm de altura e 68kg. Sou magro, com uma leve barriga de chopp. Procuro fazer musculação para me manter saudável e em forma, mas sou preguiçoso. Vamos ao que interessa. Como deve ter visto pelo título, vou falar sobre minha empregada.

Ela já é uma “coroa”, com um pouco mais de 40 anos, branca, acredito que naturalmente ruiva apesar de não aparentar. Vem em minha casa para fazer a faxina, semanalmente, toda sexta-feira. Casada e insatisfeita, com um viciado, e mãe, 3 meninos (~26, 22, 6) e 1 menina (~24). Tem baixa estatura, pelo menos mais baixa que eu, suponho que 158cm de altura, no entanto ela é gordinha, peitos e bunda médios. Seu nome é Erica. (fictício)

Desde de menos, aos 15 anos, eu tinha tesão nela e bati muitas para ela. Tentava fazer ela notar minha excitação de várias formas e até mesmo tentava falar algumas coisas sacanas com ela e coisas assim, mas nada dava certo. Ela sempre na defensiva e nunca conseguia me aproximar com o intuito de transar. No entanto, o tesão que eu sentia por ela, vinha por causa de muitas vezes eu pegar ela se trocando na minha frente, antes de ir embora. Como eu era jovem, ela foi a primeira mulher seminua que eu vi na minha frente.

Todavia estava para desistir, aos meus 18 anos (ainda virgem), por pensar que ela nunca daria para mim. Afinal, além de casada e mãe era muito fiel com a igreja cristã, então para mim seria quase impossível transar com ela. Até o dia que tudo mudou. Na época, eu fazia Senai, e estava retornando de carona com um amigo e antes de chegar em casa, passamos numa lanchonete e peguei um açaí para mim, lembrei dela e levei um outro para viajem.

Chegando em casa, ela com o serviço de casa já finalizado, sentada no chão ao lado do sofá à minha espera. Entreguei o pote de açaí e sentei no sofá ao lado dela, naquele momento notei que ela não usava sutiã, e tentava ver por cima seu decote. Mas sem sorte, contudo as coisas começaram a mudar naquela hora.

Enquanto comia, ela reclamou de dor nas costas, e eu ofereci para fazer uma massagem nela, que na hora aceitou. Eu juro, que não tinha maldade na hora, mas na hora que comecei a apertar seu pescoço e pressionar e massagear seus músculos, comecei a ficar excitado. O motivo de minha excitação veio ao ouvi-lá gemer com a massagem, enquanto comia o açaí.

Seu gemido era bom, mostrava estar gostando da massagem. Além de falar muitas vezes “muito bom; ai que bom”, o que aumentava minha excitação. Ela terminou de comer e foi jogar no lixo o pote, quando voltou perguntou se eu poderia continuar, e eu aceitei. Porém, movido por coragem, pedi que deitasse no sofá e tirasse a camisa e ela entendeu, mas só levantou até o pescoço, não chegou a retirá-la. Antes de começar, ela aconselhou que fechasse a porta, por como explicaria caso alguém chegasse.

Com a porta fechada, eu “subi” em cima dela e voltei a massageá-la. Desta vez aplicava força em toda extensão de suas costas, seu gemido e suas constantes falas de “ai que bom; muito bom” me deixavam excitado, e consequentemente meu pau ficou duro.

Eu pensei em esfregar meu pau em sua bunda, mas minha posição não era favorável, além de me faltar coragem na hora. Contudo, ela pediu para que eu parasse. Então sai de cima dela e fiquei parado, de frente para a mesma. Ela se ajeitou e sentou no sofá, e como a camisa estava levantada, pude ver seus seios nus, pela primeira vez. E para mim isso já bastaria como experiência para as punhetas. No entanto não parou ai, ela notou meu pau duro e passou a mão e disse: “eita, o que é essa coisa aqui?”.

Na hora não acreditei que aquilo estava de fato acontecendo. Apenas abaixei minha bermuda, e fiquei com a samba canção que estava por baixo. Novamente ela passou a mão em meu pau, com a “barraca armada” evidente deixada pela minha excitação. Então abaixei o samba canção também. Então ela falou: “eita, que pau grande hein”. (Obs.: tenho 18/19cm)

Me aproximei um pouco e ela começou a me chupar, ela sentada no sofá colocando meu pau na boca. Tudo que passava na minha cabeça era “não é possível; isso ta acontecendo; não creio”. Enquanto ela colocava meu pau até onde aguentava, minhas pernas tremiam muito.

Então ela levantou a camisa e me revelou seus peitos, pela primeira vez eu via assim de perto, então eu os apalpei e comecei a chupá-los. Ela gemia bem baixinho, então deslizei uma mão até sua buceta, e comecei a esfregar, mas por da calça. Então ela quis me chupar mais um pouco, mas antes eu tentei fazer uma espanhola. Então voltou a me chupar, e morder a cabeça do meu pau. Porém, ela se levantou e foi para o quarto se trocar.

Obviamente eu fui atrás, e comecei a encoxá-la. Ela tava com muito tesão, tanto que movimentava a bunda no meu pau. Contudo resistiu a tentação, falou que tinha que ir embora, mas antes de ir me chupou mais um pouco. E ainda brincou: “não vai me mandar uma foto dessa coisa hein rs”. Eu apenas fiquei parado pelado perto da porta, me despedindo dela. Então fui ao banheiro para me aliviar, ainda não acreditava que tinha acontecido.

Fim do conto, espero que tenham gostado, desculpe por enrolar. Principalmente enchendo de detalhes, mas nos próximos vou facilitar. Até a próxima.